Posted by : Kamilo Ferreira sábado, fevereiro 01, 2014



A Psicoembriologia é uma terapia desenvolvida especialmente para atender à gestante e acompanhar a mãe e o bebê até o 3º ano de vida. É um trabalho feito com uma técnica própria e que valoriza a maternidade e ampara a criança. Criada pelo prof. Wilson Ribeiro na década de 60 e divulgada a partir dos anos 70, acumula desde então resultados extremamente benéficos, tanto para a mamãe quanto para o bebê. Sem nenhuma contra-indicação, é uma técnica que utiliza o melhor do ser humano para seu próprio benefício.
O período gestacional traz mudanças físicas e psíquicas com as quais a grávida tem que lidar. É uma fase delicada e que exige especial atenção e adaptação da mulher. A natureza deu às mulheres os recursos necessários para a gestação e o parto, mas nem sempre isso tem sido suficiente. A insegurança, o desconforto e ansiedade são algumas queixas das grávidas.

Perguntas como “meu bebê nascerá saudável?” “Como ele estará ai dentro?” “Será que ele ouve ou sente alguma coisa?” “Terei leite para amamentar?” “E o parto, sentirei dores?” são comuns entre as gestantes e estampam a ansiedade do período.
A Psicoembriologia está a serviço da gestante e do novo ser que está sendo gerado, desde a sua formação. A vida começa exatamente a partir do instante em que o espermatozóide atinge o óvulo e fecunda-o. Neste momento a vida já se expressa e entra em evolução.
Há interação celular, sanguínea e psíquica entre a mãe e o feto. O cordão umbilical é a primeira ligação mantida entre o novo ser e a mãe. Através dele o feto recebe alimento e os efeitos da carga emocional materna. Circulam aí quase 300 litros de sangue diários. Nutrientes, oxigênio e hormônios passam de um sistema para o outro e são indispensáveis para o desenvolvimento do esqueleto, sistemas nervoso e cerebral do feto. A fase umbilical é a primeira na formação psicológica e de maior significação. É a fase mais importante biologicamente e psicologicamente – a criança que tem boa vivência nessa fase é bem estruturada.
A mãe transmite heranças informativas – vindas de condicionamentos inclusive – para o bebê – muitas vezes como sentenças ditadas. Exemplo disso são algumas crenças e medos, como o das dores de parto. As crianças cujas mães acham que sofrerão no parto sofrem também, sentindo-se culpadas por terem sido geradas. Há mulheres que dificultam a concepção e o parto com medo das dores do parto.

Incômodos como inchaço, aumento excessivo de peso, oscilação de pressão, dores na coluna, depressão pós-parto, são sintomas hoje cada vez mais comuns. A gravidez mais parece uma doença e se distância do seu propósito real e primário, o de gerar vidas, o de continuar a espécie. As mulheres sentem-se incapazes de reproduzir com saúde, apesar de toda assistência atual, tanto médica quanto tecnológica. Nossas antecessoras fizeram isso há milhares e milhares de anos, portanto deveríamos estar cada vez mais aptas. Ao invés disso, é necessário criar cada vez mais um maior aparato, não somente para auxiliar, mas para substituir aquilo que deveria ser natural.
O corpo feminino é constituído e moldado, desde a sua formação intra-uterina para engravidar. Portanto, trabalhamos no sentido de orientar e reeducar a grávida, para que seja capaz de conduzir com segurança e conforto todo o período gestacional, o parto e o pós-parto.
A Psicoembriologia estimula a mãe a dar o melhor de si nesse período para gerar, formar e estruturar um novo ser!

Fonte: IBCP


Veja um vídeo a seguir onde fala um pouco mais sobre a Psicoembriologia :


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